O dia tá lindo, tem o sol de rachar por aqui. Eita que é bom por demais essa terra!!!!
E aí, pessoas? Tudo bão? Aqui tudo certo. Enjoando pacas, e esse é o motivo de tamanha ausência por aqui.
Não há como eu responder, um a um, todos os e-mails que eu recebi nos desejando saúde e felicidades com a notícia de nosso bebê. Obrigada, meus queridos. É deliciosamente inexplicável ter todos vocês em nossas vidas.
Ó, o negócio é assim. Tô com vontade de tomar picolé de manga. Tomei um outro dia, mas hoje preciso de um de novo.
Por onde andará Fabio Nestares? Alguém ouviu, alguém viu?
Tava tomando banho hoje comecei a cantarolar minha canção preferida dele, Vaqueiro. Esqueci a letra, e como aquele bocó ainda não lançou ela num CD, não tinha onde ouvir pra lembrar. Eu devo ter uma fita K7 (alguém lembra que isso existe?) com essa gravação, mas confesso que não sei bem onde está. Também não vou escrever as partes que lembro aqui, porque apesar de eu achar que ninguém lê esse treco, vai que justo agora alguém resolve fazê-lo e copiar a música do amigo cantor... Enfim, estou buscando por notícias de Fábio Nestares. Esses dias achei umas fotos da antiga banda Os Harry´s lá em casa. Eita que foi uma delícia rever as fotos, lembrar dos shows animados. Na Rádio Country, onde já tinhamos uma turmitha que se reunia e amanhecia contando causos, cantando, bebendo e rindo a toa. Fase deliciosa. Então fica combinado assim: se ele aparecer e gentilmente me disse por onde anda, eu conto aqui e vamos todos lá tietar, certo?
Me lembro quando nos conhecemos, há uns 10 anos. Você era muito simpática, e por onde passava fazia amigos. Comigo não foi diferente. Um dia vocês me convidaram para ir na Rádio Country, e eu aceitei o convite. Então nos tornamos amigas. Você sempre me telefonava com a sua voz doce, pra nos convidar para os seus shows, do Dudu ou do Eduardo. E eu ia, porque você tinha uma voz como poucas pessoas. Me lembro quando você fez um show num Hotel ali nos Jardins, e eu fui sozinha. Assisti o show, depois fiquei esperando as pessoas saírem pra ir te abraçar no camarim. Você sempre simpática, me recebeu de braços abertos. Sempre que eu ouvia algo com a sua voz, eu te ligava pra dizer, pra contar que tinha visto. Um dia te liguei e vc muito feliz me disse que a Mônica estava esperando bebê. Você estava muito feliz. Eu vou sempre me lembrar da sua alegria, da sua festa pela vida. Daquele sorriso que contagiava, da sua voz que encantava tantas pessoas. E vou continuar te prestigiando, como sempre. Pra sempre.
Descanse em paz, minha flor.
Tô tem falta com tantas pessoas, dando furos enormes com os amigos. Eu odeio ser assim, não gosto de me afastar, mas as últimas semanas foram simplesmente terríveis. Perdi o casamento da Dani, minha amiga desde 1992. Ela esteve presente em muitos momentos da minha vida, e eu não estava lá quando ela se casou. Perdi também a festa de aniversário do filho da minha amiga Léa, e a da filha da minha amiga Paulinha. Tenho 390 e-mails parados pra responder, e aqui no blog o povo finalmente começou a comentar e a dar as caras e eu parei de escrever. E isso tem uma explicação simples: o Pedro ficou doente. De novo. Ele começou com uma gripe, foi pra uma bronquite brabíssima. Chegamos então na suspeita de pneumonia, com direito a muitos exames pro coitadinho, visitas a consultórios médicos diversos e hospitais. Sim, tudo no plural. Mas não acabou. Então ele teve uma crise de garganta e ouvidos, o que deixou o coitadinho com febre de 39º por quase uma semana. E então chegamos na estomatite. A boca do pobre ficou cheia de feridinhas, aftas, cortes multiplos. Uma semana com aquilo na boca, sem comer, sem dormir direito. Nessa altura das coisas, o Má e eu estavamos tomando antibiótico também, porque estavamos com a nossa garganta ruim. Tive muitos dias de febre, fui ao hospital. Saiu então, a estomatite do Pedro em mim. Hoje minha boca está melhor, mas ainda com algumas feridinhas. E então vcs devem estar pensando: "Puxa, eles precisam se benzer". É, precisamos mesmo, eu sei. Mas juro que parece piada, mas não é. A nossa benzedeira ficoou tão doente, quase morreu e agora não pode mais atender ninguém.
Mas agora todos vendendo saúde no solar dos Domingues. Não urucubaquem, por favor.
Analu, querida, vou procurar um apartamento pra vc aqui em Santos. Pertinho de casa, pra gente trocar xicaras de açucar, como bons vizinhos devem fazer.
Minhas amigas da faculdade tão querendo marcar um encontro. Faz pelo menos uns 8 anos que não vejo nenhuma delas.
Bom, vou escrever mais.
É, tô ficando velha mesmo.
Oooooooooooooooooooooooooooooiiiiiiiiiiiiiii, geeeeeeeeeeeeeennnnteeeee. Uma coisa meio Eli Correia.
Tudo bão aqui, se desconsiderarmos alguns itens:
1. Estou praticamente me engalfinhando com as atendentes do 0800 da Grendene. Falta só eu me humilhar pra elas mandarem de volta a sandália do Pedro que veio com defeito. As jumentas mandaram pra Piraju. Santo Deus.
2. O filho está com uma crise brabíssima de bronquite. E isso é muito, muito maus.
3. Filho precisa fazer exames diversos, e isso inclui aquele trio básico de pipi, totô e sangue. Tirar sangue de criança é muuuuuuuuuuuuuuuuito cruel.
4. Médico disse que filho tá gordinho. E ceis não sabem o tanto que o pai dele já tinha me falado isso antes.
5. Marido não vem pra casa no feriado.
Esses itens estão bons ou vocês querem que eu fale o resto???
Melhor deixar pra lá.
Uma bipolar totalmente em crise. A cousa tá feia.